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quinta-feira, junho 18, 2009

Pirineus 2009



Naturalmente que esta foi diferente. Pela primeira vez foram mais que os habituais. Após as desistências acabaram por chegar ao vale do Rio Ara 20 canoistas portugueses. Cheguei no Domingo, acompanhado do Palavra, do Ramada e da surpreendente prima Teresa Costa. Depois de uma incursão a um vale francês onde acabamos por vir com 2 kayaks em mau estado, encontramo-nos com o resto da crew. Rumamos dia a dia para Este e acabei o fim de semana na Catalunha, no vale do Noguera Palaresa, para um encontro com os elementos do Team Pyranha. Agradou-me sentir que pode haver um pequeno Portugal longe de casa. Grato pela companhia de todos: o Joaquim que nada em todas as regiões do globo, o Miguel que aguentou 3 dias seguidos de rio, e a Marta que o aguentou a ele e a nós, o Luis, Carlos e Vilela que estão definitivamente uns prós no rio e na boa disposição, o Ramada e a Teresa braços direitos , a malta do CCABP, incansaveis na água e na "remendação" de kayaks, e o Palavra que recebeu o prémio "Bem vindo à Papelandia". O pró, não acertou uma linha sequer no Barranco do Palomeras. :) :) :) E finalmente um abraço para o pessoal do Team Pyranha Spain, especialmente o Andreu Falco que nos mostrou tudo o que a Catalunha tem de bom. Un saludo !!!

Os Pirineus são uma paixão galopante para férias. Penso seriamente comprar um palheiro e fazer 1 semana de neve no Inverno e outra de kayak no Verão. Talvez o vale do Noguera seja o mais versatil, mas para quem quer andar a pé, subir montanhas e respirar ar rarefeito o Vale do Rio Ara e a subida ao Monte perdido é um "must do".

Deixo-vos ficar com as imagens que têm um cunho muito pessoal e pouco abrangente, mas que será completado pelas reports do resto do pessoal. PS: desculpem (os que conseguiram comer) aquela "Michordia de Bacalhau" de uma das noites.

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Nacente do Rio Palomeras. Depois de termos andado todos em bando, eu e o Palavra ficamos o fim de semana com o pessoal do Team Pyranha. Remamos o Alto Noguera, o Palomeras e o Salto de Pish, no vale do Garonne já perto de França. Pelas sete da noite de "voamos" e em 9 horas pusemo-nos em terras lusas.
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Primeira vista do Rio Palomeras. caudal médio.

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Mark abre canminho no autoclismo gigante.

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Palavra escorrega, preparando-se para se escafiar novamente.

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Eu, o capacete integral que deu bastante jeito, e a "camara filmadora" na cabeça.

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Andreu, Palavra e Rabiço num dos passos mais loucos que já fiz em kayak.

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Mais Palomeras. Fotos Palomeras por PIRATA

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Descoberto recentemente para o kayak o "Salt deth Pish", são 8 metros de pura diversão. Em baixo Andreu, Rabiço e Palavra. saltamos até à exaustão.
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Palavra e o seu estilo longilíneo, que fez as delícias das centenas de fãs que assistiam à descida.
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Teresa Costa abre um passo clássico no Rio Ara. Mostrou aos rapazes como se fazia.

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O pequeno Portugal no Rio Ara.
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Tony Words em dia sim, cilindra a "Passarela" do Rio Ara.

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Em viagem para o Gavarnie no Col du Turmalet. Uma famosa subida de 18 km e médias de 12 % de inclinação. etapa clássica da volta a França.



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Tour de França em burro. Uma súbida ao Tourmalet muito mais pacífica.
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Vale do Rio Ara numa das primeiras descidas do dia.

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António, Ramada e Teresa, e a imensidão da montanha.

quarta-feira, julho 16, 2008

Pyrinees - "Running the fives"

The first time we have been there, in the beginning of Juin, we carry a chiken team including me. Besides, the rivers we had planed were super high. Surprisingly, this year, Pyrinees would last all summer.

We make our selves again to the road in the 4 th Jully (for 6 days), and in the 1 of August (for 3 days), Rabiço, Pedro Gibanga, Sir Anthony Word and Senador Ricky, had only one thing in mind: "Run the fives" in Gavernie, Zinqueta, Ara, Bujaruelo, Cauterets, Ésera.

Diário da Expedição

Dia 1 - Domingo, 5 de Julho (Rio Ara, Navarros-Broto, 2 descidas)

Saimos pelas 10 da noite do dia anterior e remamos de carro, atravessando toda a Espanha. Madrugada de Domingo e faziamos as últimas curvas do vale do rio Ara. Com quase zero horas de sono, eu, o Nunes e o Palavra, juntamo-nos ao Ricky e fizemos o Ara clássico dos Navarros até Broto. Pela tarde repetimos a dose, o que veio a ser um mote para os restantes dias da expedição. Foi quase um remar do nascer ao por do sol. Todos estavamos lá para isso.

Dia 2 - Segunda, 6 de Julho (Gave de Gavarnie, Gavarnie-Chaos de Coumély, 2 descidas)

A noite anterior não deu hipóteses de grandes loucuras, quase á 24 horas sem dormir, foi comer, confraternizar um pouco com a turma do Ricky (que estava numa de caminhadas) e dormir o mais que se pode. No dia seguinte esperavam-nos 3 horas de viagem para encontrar um rio exatamente do lado oposto. O Gavarnie nasce num espantoso circo glaciárico, e começa a ser navegado a quase 2000 metros de altitude. Classe IV com uns quintos à mistura. Remamos e repetimos "asta la noche".

Claro que não é fácil repetir percursos no mesmo dia, quando se tem apenas um carro. O plano era o seguinte, o Nunes guardava as barcas, eu pedia boleia "a lá francesa", "please, monsieur, une boliére" (felizmente o esticar do dedo é uma linguagem universal), e o Palavra fazia um biatlo e corria estrada a cima. Foi quase sempre fácil de chegar à chaço, e felizmente que o rapaz não teve que correr muito.

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Crossing the Pirenees. Following some "Tour de France " stages.
Dia 3 - Terça, 7 de Julho (Gave de Gavarnie; Gave de Cauterets; Rio Cinqueta)

Na noite anterior tinhamos ficado na vila super turística de Cauterets. A vila para além de ser uma das mais conhecidas estâncias de sky dos Pirineus , é ponto de passagem para o pico mais alto dos Piri franceses, Vignemale (3298 m), sendo ainda uma espantosa area termal, com banhos públicos por toda a parte. Foi a nossa primeira noite de copos à séria. Na manhâ seguinte dissipamos as dores de cabeça com um passeio ao sopé do Vignemale, e deliciamo-nos com as impressionantes imagens da parte alta da Gave de Cauterets, com cascatas por toda a parte, rodeadas por uma interminavel mata de folhosas. A Gave, como lhe chamam os locais abre-se para a parte de baixo do vale em La Ralliere, onde tem uma rampa famosíssima, mesmo ao lado de um centro de reumatologia, para assegurar os primeiros cuidados caso algo acontecesse. Irónico. Felizmente passamos todos por ela, e passamos todos ao lado de uma estadia no centro médico. Aquela rampa estava conquistada. Infelizmente não pudemos dizer o mesmo de toda a Gave. Conquistar o Cauterets na sua totalidade era um dos objectivos da viagem, mas, devido às neves tardias de final de Maio o nivel da água estava anormalmente muito alto. Tem três percursos de Classe V. 1 Km que fizemos nas gargantas do meio abriu o apetite para a próxima tentativa de o navegar, que iria ser quase um mês mais tarde, no início de Agosto. Naquela tarde deu ainda tempo para conhecer as gargantes de baixo do Gavernie, com escarpas laterais de 200 a 300 metros, e com um estranho feeling de que se acontecesse algo a um de nós teríamos que ter as unhas muito bem afiadas para sair dali. Abandonamos França, depois de termos comprado baguetes, chouriço e queijo dos Pirineus. Uma vez de novo em espanha no vale de Gistain, remanos 1 hora de clássico Cinqueta, antes de montar arraiais e S. Juan de Plan, vila no sopé do Possets ( três mil trezentos e qualquer coisa) onde nasce o Zinqueta.

blog 1 "La Ralliére". Gave de Cauterets.

Dia 4 - Quarta, 8 de Julho (Alto Cinqueta, Cinqueta Clássico, Ésera)

Como o Nunes no estaleiro nesse dia, eu e o Palavra decidimos continuar a martelar os difíceis, como planeado, apesar da equipa desfalcada. As partes altas do Cinqueta, são muito particulares. A água talhou o seu percurso numa região de rocha avermelhada, que lhe deu o nome de "Cañon Rojo". Desde pequenos saltos a passagens classe V sem portagem possivel, é um percurso que merece bem a sua grande reputação. Uma espécie de montanha russa com não mais de três metros de largura. Antes de regrassarmos novamente ao vale do Ara , para acompanharmos os "caminheiros" em mais uma noite de "cañas", passamos ainda pela agradavel surpresa que foi o Ésera. Apesar de um pouco sujo, o canhão antes dos seus percursos comerciais, com início em "El Rum" é quase obrigatório para quem quiser kayakar por aquelas bandas.

blog 5 Upper Zinqueta

blog 4 Selling bad smelling clothes. Gistain Valley.
Dia 5 - Quinta, 9 de Julho (Rio Bujaruelo, Rio Ara)

Finalmente o Bujaruelo. O Ricardo "ajuntou-se-nos" e o Nunes vinha recuperado do estaleiro como a pica toda para aquele que foi sem dúvida o rio da expedição. O Bujaruelo, junta-se ao Arazas e forma o Ara. Tanto este com o afluente oposto, ladeiam o Monte Perdido (3355 m). O Arazas encontra-se protegido, pois está dentro de um dos poucos parques nacionais espanhois, e um do mais imponentes, o Parque Nacional de Ordesa e Monte Perdido. O Rio Bujaruelo está aberto a quem o quiser disfrutar. Da Ponte dos Abetos até 400 metros antes a do confluencia o rio é um aquaparque. Talvez um Cávado em ponto grande. Rampas e mais rampas e mai rampas. Os espanhois dão-lhe uma classificação de V+, mas, embora ache que algumas passagens rocem essa classificação, sou um pouco mais conservador e considero-o globalmente um classe V (2 pass. V+, 1 class VI, 1 infran). Uma rampa de 100 metros, com uma inclinação de 20 %, com um rolo a meio seguido de uma divisão de águas, onde metade das quais vão para uma drossagem, e a outra metade continua para terminar num salto de 5 metros, é sem dúvida a cereja no topo do bolo deste percurso. Escorregar por aquele rio abaixo, com o sol de frente, água verde, entregue a mim próprio, levou-me mais uma vez para a "efervescência das recordações das emoções" das coisas boas da vida. Aquele rio fez-me sentir a pessoa mais só deste mundo, e ao mesmo tempo, preencheu a minha solidão.






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Dia 6 - Sexta, 10 de Julho (Rio Bujaruelo)

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terça-feira, junho 24, 2008

El Pirineo Aragonês

Entre os dias 7-10 Junho de 2008, um grupo de tugas pontapeou a falta de água, natural do verão, e rumou aos Pirineus centrais. Uma expedição curta, fácil e barata ... mas mais uma memoravel para o livro das viagens.

Dia 7 Junho - 8 horas de viajem; Rio Ara; 8 horas de sono

Parecia uma "Bofia Parade". Em Vilar de Formoso, o ajuntamento de polícia preparava-se para a gerra psicológica. 4 dias de paralização de camionistas. A equipa ia fazendo a tresfega de material, de viatura em viatura, e com receio que os alvos da fiscalização fossem uns pobres coitados com canoas em cima e com os carros cheios de muita coisa, guardava-se o material ilícito no fundo dos sacos.

Costuma ser sempre uma viagem de sono impossivel. Sempre que saio de Portugal para remar algures longe, nunca consigo pregar olho. Não via a hora de me mandar água a baixo. Conduzi praticamente a viagem toda, embalado pela imagem ternurenta do Rafa e de sua dama Lucia que ressonavam no banco de traz, e do Inverno, que no banco da frente e de cabeça encostada ao vidro, num sono profundo, e de boca aberta, largava litros e litros de saliva.

Na última hora da viagem a estrada acompanhou o Ara em direcção ao Parque Nacional de Ordesa. E a presença dos três mil à nossa frente abria-nos o ânimo e dissolvia o cansaço de uma noite sem dormir.

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Juliana and the Pirenees 3000's


blog 28 Ara River near Torla

Chegamos a Torla pelas 9 da manhã. Havia um encontro de "piraguas" que uma empesa de raft local organizava. Dissertamos e dissertamos sobre o percurso que poderiamos fazer: Bujaruelo-Ponte Navarros, Classe V/VI, Ponte Navarros-Torla, Classe IV(com quintos), Torla-Broto, Classe IV e Broto-Fiscal, classe III. Depois de muitas conjecturas, histórias de banhos e banhadas em outras viagens de tugas e atendendo ao nivel médio do grupo, juntarmo-nos ao locais e descemos de Torla até Fiscal. Afinal de contas sempre teriamos direito a uma "camiseta", paelhada e borrego assado no final do dia.

Nessa noite, aterramos todos sem direito a "fiesta". Não havia condições físicas.

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blog 7 The first rapid of the expedition. Rabiço in "The Chicane", the Ara River.

blog 8 Following the locals in Ara River

Dia 8 Junho - barcos perdidos no Cinqueta Clássico

blog 20 Cinqueta River . The begginig of the classic part.

Como sempre e sem ter bem o autocontrolo que se pede nestas ocasiões de equipas desiquilibradas, ia puxando os mens para remar o mais dificil que houvesse para remar. Os primeiros percursos do cinqueta estavam passados de água, e o clássico poderia ser uma boa escolha para toda a rapaziada.

O Cinqueta, afluente do Cinca, que desce dos pirineus no vale seguinte, quem segue de oeste para este, foi sem dúvida o rio que marcou a expedição. O percurso clássico é de classe IV/V e tem algumas particularidades memoráveis: uma garganta 50 metros de altura, vertical, escura e estreita; um duplo salto de 7 + 7, extremamente técnico e com segurança possivel apenas apósum dificil rapel; e ainda 1 km continuo de classe IV+/V, que os locais chamam de km lançado, pois uma vez aí, é cada um por si.

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blog 1 Different views of Cinqueta River

Navegamos, porteamos os 7+7, e depois entrou a equipa toda para fazer os três km finais.100 metros de rio e lá foram 2 kayaks rio abaixo. Distrações e um classe cinco pujante levaram o Quilhóe o Marquês a abandonar o rio mais cedo. Eu o Rafa e o Ricky, remamos o resto do percurso. As embarcações tinham desaparecido.

Nessa noite fizemos planos para resgatar as canoas místicas e acompanhamos com feijoada.

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More views of Cinqueta

Dia 9 Junho - Cinqueta Clássico twice - canoas místicas resgatadas - La Salat

Era impossivel os barcos terem vindo rio abaixo. Um pouco abaixo de S. Juan de Plan, o rio forma um enorme pantano, o que matava qualquer possibilidade de fuga das canoas. Depois de termos repetido o percurso do dia anterior, demos com elas numa super drossagem no meio da garganta. O Quilhó e o Marquês pagavam as cervejas naquela tarde.
Estava na hora de abandonar Espanha, e rumar a Nordeste.

No final de tarde, a chuva caiu, fria e desagradavel. Custava abandonar o sol que nos tinha acompanhado no lado espanhol durante os primeiros dois dias. Apesar de tudo, ainda descemos "La Salat", 5 km classe III/IV. Os nadadores estavam felizes por serem canoistas de novo.

blog 13 "La Salat". French Pirenees.

Ou não encontramos os spots mais agradaveis ou fiquei com a ligeira impressão que as vilas que visitamos do lado francês estão muito menos cuidadas que as do lado espanhol. Pode ter sido fruto das más condições de tempo que nos esperavam, mas achei a região Salat/Garbet, bem menos apelativa que os PirineosAragão.

blog 12 Rafael eating spanish strange food

Dia 10 Junho - Garbet e o regresso

Depois de termos visto o possivel para aquele dia, tendo passado as duas primeiras horas da manha a baterrios, remamos um pecurso engargantado do Garbet, que é primo do Salat. Um garganta curta mas interessante, e um percurso ao estilo alpino, rápido, mas sem grandes passos marcados.

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Marquês and Quilhó all the way down in the gorgew of Garbet


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No comment

A equipa iria separar-se no último dia. O Quilhó e a Ju aproveitariam mais uns dias no sol de Barcelona, o resto do povo regrassava a casa.Depois de abastecidos num dos muitos Intermarchés ou Carrefoures (que são como os cafés em Portugal, há um emcada esquina), regressamos a Portugal.

Irei de novo e brevemente para fazer a fruta.

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Elementos da trupe:
Juliana, Lúcia, Rafa "Ceras" Figueiredo, Rabiço, Quilhó, Marquês e Ricky
Rios:
Ara (Torla-Fiscal), Cinqueta (clássico), Salat e Garbet (França)

Rabiço´s top 10 da expedição:

10º - O protesto do camionistas em Portugal e Espanha. Fazer as autoestradas dos Pirineus semter as treilas, semi-treilas, reboques, semi-raboques e galeras, semigaleras a chatear foium luxo.
9º - Os inumeros prémios que sacamos no "Sorteo de Regalos". Em 8 os tugas levaram metade.
8º - Perder Kayaks num rio remoto e encontra-los numa drossagem no dia seguinte.

blog 23

Saving kayaks in Cinqueta

7º - O Citroen C4 do Rafael que só lhe falta ter tele-transporte. Tudo é melhor quando comparado com a minha besta.
6º - O acolhimento e ajuda com que nos brindaram quer a malta que organizava o encontro em Broto, quer o Gorka Ferro, que escreveu um guia dos Pirineos Centrais, e que nos fez sentir em casa.
5º - O parque de campismo de Broto, que é sem dúvida melhor que muitos hoteis onde já estive.

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Broto five star camping

4º - A mágnífica broa de milho "Padaria Costa" que nos acompanhou durante os 4 dias
3º - As caras bonitas que existiam por todo o lado e estava sempre á nossa beira, refiro-me é claroà Ju e Lu que abrilhantaram os nossos dias.

blog She impress everybody with the progression in water. Juliana in Garbet

blog 26 Lucia, "the surfist"

2º - O Cinqueta, que foi remado 3 vezes e é sem dúvida um rio a repetir.

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Warming up in the Cinqueta

1º - A mágnifica paisagem de toda a região do vale do Ara, sempre com uma água turquesa.Para quem não estiver numa de remar, o vale de Bujaruelo, e o Paruqe Nacional de Ordesa, oferecem trekings e paisagens inesquecíveis.

blog 5

Ara side creek, or wath else you can call it


blog 2 Rafa in is element. Cinqueta.