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segunda-feira, janeiro 17, 2011

Debutantes no Rio Cávado

Hora da redenção. Hora de voltar à companhia da escrita. Hora da repartilha de experiências. Agradeço aos que mesmo não havendo actualizações do blog se foram mantendo por perto. 2010 dupliquei a carga de trabalho, aumentei os colaboradores na empresa e o Rio teve que esperar. Um gastro-enterite roubou-me uns kilos, e o rio teve que esperar. Nada que alguma solidão muita companhia da Nadia e a vontade de acalmar e escrever não cure. E por isso estou por aqui de novo.

O Verão foi de colheita. A colectividade, de forma mais ou menos desorganizada tentou introduzir o máximo de canoistas possível. E crescemos em número e em qualidade. Posso dizer que após o futebol que não entra para estas contas, o kayak é a modalidade mais praticada em Mondim de Basto. Há sempre umas arestas a limar, uns que se sentam muito atrás no kayak e que o tornam ingovernável, outros que partem pagaias a esquimotar no leito rochoso dos rios, há ombros que ainda vão saltando do sítio, e dificuldade em inclinar as costas para a frente derivado de panças cervejeiras. Alguns aparecem uma hora depois do marcado (que é o meu caso), e outros que aparecem há hora marcada para dizer que não vão. No clube há de tudo. E tudo é variedade o que torna a malta unida.

Domingo passado foi dia de baptismo. Tiramos o dia para os debutantes. Depois do botelhon usual de sábado á noite sobrou o Santa Casa e o Edu Roscas, que tiveram de ser arrancados da cama a ferros. Destination Cávado. Um rebuçado amargo para os que ficaram na cama. Aqui fica.

Roscas Cai Pimba cávado

Roscas Cai Pimba 2

Eduardo Borges de cognome "Roscas", realiza que talvez o kayak seja mais aliciante que os torneios de sueca de Toca do Grilo. Em tempos foi atleta saido das escolinhas dos slalom dos Tamecanos, já lá vão 10 anos. Após uma paragem prolongada na modalidade , regressou cheio de estilo.

Cai Pimba. Rio Cávado.


Santa Super Mega


Santa Super Mega Cávado

Joãozinho Santa Casa entrou este Verão ao serviço. Juntamente com o Carlos Dias, concorre este ano para o prémio "Cara Alguém nos Acuda 2011". Partilha os seu dias de canoista entre os Tamecanos e as meninas do CNFafe a quem dá assistência na esquimotagem. Ambas as fotos na "Rampa do S". Na primeira foto dormia ainda. Na segunda acabava de acordar.

Rosca Super Mega Cávado

Roscas. Rio Cávado.

Santa Cávado

Santa. Rio Cávado.

Rampa cávado Pedro Nunes

Rampa Nunes Cávado 2

Nunes. Rio Cávado.
Tenho um certo fascínio por este rápido. Há algo de mágico no movimento que a água descreve. É como se a natureza do rio tivesse sido talhada por um arquitecto. Assim é o Rio Cávado.
A arquitectura da água.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Rio Cabrão - No coração do Alvão

O Kayak é como viver. Ou talvez viver seja um pouco como o Kayak. Procuramos mais. Subir. Por à prova o que não conhecemos de nós. Encontrar o que não conhecemos dentro de nossa casa. E o Rio é tudo isso. Encontramos o Cabrão.
Estranha terra esta que desde os antepassados atribui nomes sugestivos aos cursos de água. Terra de cabras e pastores, onde os penhascos apenas percorridos remotamente por animais ágeis e pastores conhecedores. Desde há muito percorrido a pé pelos Tamecanos em caminhadas veraneantes de reconhecimento. Este ano de 2010 foi de vez.

Posso dizer-vos que me senti como se remasse num bosque da saga do senhor dos aneis. O Rio é um derivado menor do planalto do Alvão. Os lameirais e os bosques de carvalhos dão-lhe a tonalidade verde ocre, atravessa as aldeias de Bobal, Pioledo até chegar á estrada nacional Mondim - Vila Real (pelo Alvão), e é aí que a natureza nos permite o acesso. Estreito, rampeado, e por vezes caótico, cruza um bosque de carvalhos, azevinhos e bolos graníticos musgueirentos e redundantemente húmidos, até á aldeia de Vila Chã, onde o leito passa a um chisto negro. É como se o Rio fizesse parte do próprio bosque.

Para quem se quiser aventurar, cá vão as indicações:
Ponto 1 - que chova torrencialmente durante 3 a 4 dias
Ponto 2 - que o nível na pedra da ponte romana de Mondim de Basto (margem esquerda ) esteja entre 1 e 1 e meia pagaias.
Ponto 3 - se se cumprirem os pontos 1 e 2, o acesso é feito na ponte sobre o Rio Cabrão, 1 km após a aldeia do Bilhó, 50 metros a jusante do caos granítico.
Ponto 4 - se o rio estiver demais, dirijam-se à aldeia do Bobal, e comam uma sopa de couves e feijões na Tasca da Alice (na expectativa do rio baixar)
Ponto 5 - o desembarque faz-se após quatro fortes rampas seguidas, antes da aldeia de Vila Chã
Ponto 6 - se não quiserem ter este trabalho todo "call me in" ... estou sempre pronto ...

O Rio tem 2 km e tem uma pendente de 100 metros. É uma linha de água mítica, para os canoistas locais. Técnico, não deixa de ser um classe V.

Dedico esta abertura de 2010 ao Pedro Pires, um mondinense em quem admirei a fúria de viver, e ao David Panadeiro, que também nos abandonou em 2010, e que certamente iría adorar tê-lo remado. Este Rio também é vosso.

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Integralmente equipado nas rampas finais.

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Após uma 1ª incursão falhada, a equipa de abertura oficial. Ramada, Maia, Paulo Pires, Rafinha e Teresa. Apenas uma pequena nota, a parte remavel é abaixo do que vêm.

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Ramada oferece um menu da tanga ao acamado. Fim do dia nos cuidados intensivos para o Paulinho dos Blocos. Tudo acabou bem, mas o Cabrão deixou mazelas no seu ombro direito.

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Paulo Maia "chocalha" suavemente o seu barco à prova de destruição no meio dos medronheiros.

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Ramada nas rampas iniciais.

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Rafinha no "Passo dos Azevinhos".

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Teresa na "Rampa do Musgo".

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Musgo, Rampas e um dia para a memória.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Estação das Chuvas

Não ....
Basta de trabalho ....
Rotineiro ....

As mãos encarquilhadas tentam re-aprender a escrever. 2010 foi um ano de abundância, trabalho, duplicamos, triplicamos trabalho, e perdemos tempo pelo menos para a partilha ... De volta á escrita, tento partilhar os momento passados no ano passado com os quais apenas privei convosco imagens.

A chuva em abundância, dá água e rio todos os dias, mas deixa-nos amarrados à passividade de não arrastarmos o rabo para onde moram os nossos pares. Paiva e Vez. No 2011 tentarei dar um passo mais. Empurrar o trabalho um pouco para o compasso normal.

Deixo aqui algumas notas marcantes do ano de free boater em 2010


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Este rápido, é exactamente o início do percurso dito Olo I. Mais um dia mítico. Eu e o Palavra estudávamos uma linha para não o fazer ou uma desculpa para o desmarcar. Foi o que acabou por acontecer. Remamos juntamente com o Vieira. Na primeira secção do Rio Olo até á ponte da estrada nacional em Ermelo, sente-se que remamos um pouco no que resta de anos e anos de erosão na garganta a montante "As Fisgas". Por isso esta primeira parte é um amontoado de pequenas pedras de xisto e granito, com pendente acentuada, que em dias de cheia é um "Vai à volta que por aí tem silvas".

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Um clássico, sempre o mesmo clássico em 2010. O Ian (francês radicado na Noruega, que conduz uma empresa de desportos aventura) não poderia partir para a época do degelo norueguês sem exprerienciar o Laboreiro. Naquele dia, deixou a sua esposa e os dois filhos no aconchego mondinense e partimos rumo a norte. Frio, muito frio. Ainda estará para vir o dia em que desceremos o Quebra Costas com luz solar. Reza a lenda que tal é possível apenas entre as 7 e as 10 da manha. Na foto de cima o Tony Words imagina-se a saltar uma de vinte e tais no Chile.

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2010. 2010 marca também a entrada dos Benjamins. Quando iniciei a coanoagem de águas bravas, no slalom, estes eram os meus compinchas de barco de fibra. Luis Saroto, Armindo Pissoto, Piteco, José Tex ... todos eles re-iniciaram a entrada em cena em 2010. Juntamente com outros "incomers" como o Bruno Cabo, Pina, Rogério, e Zé Biscato formaram uma espécie de grupo rebelde dentro dos Tamecanos: "Team Patacega". Em cima uma foto para o cenário numa prova de rafting em Espiunca, ficamos em último .... está claro.

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2010. 2010 marcado pela vinda em massa da estrangeirada. Principalmente espanhas, muitos espanhas. Em cima Carbonell, no açude do osso , na Ribeira de Cavez. Considerou Portugal uma segunda casa, e em 2011 regressou.

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E o Húngaro ?!! Peter (qualquer coisa como Kraischo). Veio com o cheiro de fazer umas descidas como guia de rafting. Descobriu que o pais é tão provinciano no negócio que mais valia aproveitar todos os dias que tinha para remar e conhecer as linhas de água portuguesas. Montou arraiais em Mondim de Basto e fez tudo o que avia para fazer. Inclusive embebedar-se com o Team Patacega.

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Para mim esta foi a descida do ano 2010. O Rio Beça a 45 cm, e encontramos isto que estão a ver. Um Tãmega Daivões gordo, bem gordo. Para recordar fica o sol desse dia, e para mim mais uma mítica no melhor rio de Portugal.

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Carbonell. José Francisco da Silva Pires de Sousa Antunes Carbonell e Cunha e Sá e Gomes Padieira dos Santos Samba, aplica-se no rio da casa, e mostra que há mais quem saiba remar com as velhinhas Dagger CFS. Rápido do "S", Garganta do Cabril.

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2010 e a levada. Hino à forma respeitosa como o ser de Mondim sempre modelou a água. 2010 tornou a Levada de Piscaredo, (que acompanha o Cabril desde as Mestras até Mondim de Basto) num percurso mágnifico, marcado como PR2. Um a opção para quem quiser descobrir a água pelos próprios pés. Próvem.

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Um das vistas do Rio Cabril a partir da Levada. Juntam-se o Cabril com o Cabrão, nas Mestras, ambos cavam no xisto e mais a jusante no granito, o rio do Domingo de manhã.

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Refleti. No ano passado refleti. E retorci-me. Disseram que a prova de Kayak Extremo dos Tamecanos, era para idades infanto-juvenis. Aceito que o Olo levava pouca água, e por isso este ano para que não sobrem problemas com pessoal sedento de um Extremo a sério, apresento-vos o final do Rápido de Carrazedo, sede do Extremo Tamecanos 2011. Carbonell a treinar para os Tamecanos 2011.

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2010. Ano de uma grande abertura. O Rio Cabrão. Na fronteira com o parque, não sei se lhe posso chamar Rio, talvez um curto Aquaparque. (Ver artigo sobre o Rio cabrão)

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Louredo. Passos finais da Garganta de Cima (Louredo I). Em 2010 não poderia faltar o Louredo.

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E o Pissanga ? 4 descida após uma ausência de 6 anos da canoagem. Armindo Pissoto um dos fundadores do Team Patacega, aventurou-se connosco no Laboreiro. Na entrada da garganta superior do Laboreiro. O que aconteceu depois não conto a ninguém. Mindo, conto contigo em 2011.

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2010- 1ª Passeio BTT - Tamecanos. Mestras, local de cruzamento de água e terra. BTT e Kayak.

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Armindo Pissoto "lessioning" nos açudes do cabril.


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Rio Cabrão perto da nascente, enquanto esperavamos pelo caldo da Tasca da Alice.

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António Palavra e Luis Vieira com equipamento topo de gama. 2010.

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Incursão na Ribeira de Frades. 2010.

segunda-feira, março 16, 2009

Extremo de Fafe - Karnali Rules

Março. Imagens. Mimosas em flor e descidas tranquilas ao final da tarde do vale do Tãmega. Meio de Março foi também a primeira prova do Circuito Nacional de Kayak Extremo - Extremo de S. Rita - Rio Vizela - Fafe. Para além do meu primeiro extremo, era uma prova de fogo para o meu Karnali. É rápido, e fez-me rápido. Um grande dia de águas bavas. Água, sol, música, amigos, picanço, bombos e vinho verde. Fafe esteve em grande.

Ramada aqua
Crazy Ramada na luta pela transposição do rolo da rampa inicial.
Foto por Sofia Barata
Rafa aqua
Zombie Kid nas calmas até à final.
Foto por Sofia Barata
Rab_Bica aqua
Os Bicas e eu. Foi uma manga disputada até à última. A sorte esteve do meu lado.
Foto por Sofia Barata
Pires aqua
Xô Pires a "butar broua" rápido abaixo.
Foto por Sofia Barata
Assistencia aqua
Tia Micas e Dona Carmindinha escolhem os seus atletas favoritos.
Foto por Sofia Barata

domingo, março 01, 2009

Últimas de 2008

No final do ano 2008 partilhei rio com os habituais "New Years Groups" que vêm à procura dos melhores rios pluviais da Europa. Um grupo de alemães montou arraiais em Mondim, e um de Checos, ficou em Fafe, onde o Leonel lhe deu cabo dos fígados. Não havia muita água, e tive que inventar umas macacadas para que saíssem satisfeitos com a oferta. Faço a publicação porque acho que as fotos valem a pena.

Tim 8

Devo dizer que esta é uma das melhores fotos que já publiquei. Boas cores, magnífico encaixe do rio no xisto e uma bela dinãmica do Tim a preparar o "boof". A cascata é no Rio Olo (ínicio do canioning), aqui perto, no Parque Natural do Alvão. Como não havia muito para fazer naqueles dias, sugeri-a aos estranjas, que adoraram a brincadeira. É o melhor "park and huck" da região de Mondim de Basto.

Tim Expedition

Primeiro rápido do Castro Laboreiro (caudal baixo).

Tim exp 2

E não é que os mitras decidiram fazer um "Kayak Extremo" em pleno Castro Laboreiro !!

tim 4

"Alemanhas" no ínicio do primeiro rápido.

Tim 7

Ínicio do autoclismo com o quebra costas como pano de fundo.

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"Slide com Osso"

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Naquele dia o Leonel de Fafe encaminhou um grupo de checos para o Laboreiro. Entraram 20 minutos depois de mim que seguia com grupo dos alemães. Combinei esperar por eles no primeiro rápido, o que revelou útil. Esta foto causa-me arrepios. O checo caiu de lado no "Quebra Costas". O amigo, trip leader disse-me "Jorge, he dislocates shoulder". Apesar do sotaque castíço de um ingles eslavo, aquelas palavras eram tudo o que eu não queria ouvir. Era o único que sabia uma via de saída dali. Enchraquei o compincha de rémédios, ombro ao peito e sida dali pra fora. Carreguei com um companheiro o kayak durante 30 minutos até os primeiros campos de Ribeiro de Cima e depois voltei à carga. No final o checo estava bem, o ombro recolocou-se. Nada de grave.

domingo, fevereiro 22, 2009

Karnali in Kávado



Primeiro dia de férias de Carnaval e mascarei-me com o meu novo barco, Piranha Karnali L. À pimeira impressão 20 valores. "easy boof", rápida e estável a vir à superfície, rápida na viragem, volume (300 litros) e conforto. A Pyranha fez um barco perfeito.

O fim de semana prolongado "tirei-o" com o objectivo de conhecer os rios de canioning no Gerês com potencial para remar em kayak, após umas grandes chuvadas é claro. Primeiro dia da "Karnival Karnali Mini Expedition" fomos conhecer o altíssimo Cávado, que termina na barragem da Paradela e aproveitamos para dar umas escorregadelas no clássico. Companhia do Zé Azevedo, fotos da Dora e montagem de video minha, ao final do dia, num tasco do Fafião.

A montanha mostrou-me ainda muito mais: o Carcerelhe, que nasce na Serra Amarela, e que tem uma cascata limpa de 10 metros mesmo à beira da estrada, os espigueiros do Lindoso, maior aglomerado nacional e parte do nosso património, e um bando de gandins que desceram o Cávado na Terça de Carnaval, com garrafas de vinho e presunto e alguns banhos na bagagem.

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Antes de chegar à barragem da Paradela, o rio presenteia-nos com uma série de tobogans e cascatas técnicas, o último km cai 100 metros. Granito mole e irregular, bem diferente do Cávado que toda a gente conhece.

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No final da garganta há (quando os níveis da barragem estão baixos ) uma enorme queda de água. Infelizmente não naquele dia. Uma bonita imagem do final da sequência.

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Azevedo e a sua clássica máquina em mais um tobogan.

Ricardo

Rafa

Mário

Bando de Gandins no Cávado Cássico. Cai Pimba. Por ordem, Curvinhas, Zombie Kid e Ramos dos Plásticos.

Crazy
A beleza pura do Gerês num momento de descontração de mitras

Carcerelhe
Cercerelhe. Cascata de 10 metros limpa ao lado da estrada. Aceitam-se incrições para as próximas chuvadas.

Lindoso
Espigueiros do Lindoso. Património Nacional.

Vacas
Simbiose na Serra Amarela.