Pedi chuva e ... choveu. Sexta, 9 de Feveriro de 2006, eu e o Nunes, um amigo Tamecano, fizemo-nos á faina, num percurso, que tanto quanto sei ainda ninguém tinha navegado. Chamo-lhe o Alto Louredo - Warm up. Para quem conhece a zona de forma razoavel, o percurso inicia-se um pouco abaixo da Portela de Santa Eulália (para evitar uma sequencia de VI's e sifões), e termina no inicio do percurso 1 do Louredo, na Ponte de Seixinhos. 3Km de rio (100 metros de desnível), classe IV/IV +, para terminar já mais proximo da ponte numa sequência de 200 metros classe V. Não tem portagens a fazer , o que é estranho para uma garganta daquela natureza.Um percurso a fazer quando há água a mais na garganta abaixo. Uma tarde que encheu a barriga, e que nos mostrou que há mais vida para além dos percursos do Louredo conhecidos.





sábado, fevereiro 10, 2007
Louredo Warm Up
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Paiva
Como vai sendo normal todos os anos, há uma altura, no pino do Inverno mais usualmente que a água teima em cair. Por estes dias os amantes de um creek estreito, vertical e rochoso, desesperam. São os dias de reinado dos rios de médio curso e médio caudal. Para além das gargantas do Tãmega e do todo poderoso Tua, temos navegado a super clássica garganta do Paiva. É caso para dizer que não nos tem deixado ficar mal e mantem a adrenalina a niveis que não quero que desçam ... agora todos esperamos chuva ... Ficam com as melhores fotos das últimas descidas da garganta do Paiva.






















quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Objectivo País de Gales
Na primeira semana de Novembro do ano de 2006, fizemos a primeira expedição da época, estivemos no sul do País de Gales (Reino Unido). A ideia era disfrutar o máximo de àgua fora de Portugal em apenas 5 dias, permitindo uma nova experiência e um conhecimento dos rios que o Parque Nacional Brecon Beacon's nos teria para oferecer.Voámos pela Ryan air até Londres, alugámos um carro e um comercial, rumando a oeste, montando arraiáis em Swansea, a 60 Km de Cardiff, em casa da mulher mais bonita do mundo, uma portuguesa: Filipa. Fintados pelo tempo, tivemos muito que arrastar em alguns leitos rochosos e semi-secos, mas uma vez lá havia que encontrar os melhores spots. Ficou a sensação de uma região com muitos rios dependentes de água, com bacias hidrográficas curtas e muito acentuadas, mas com os seus pequenos creeks a permitir em tempo de chuva as melhores descidas do sul de Inglaterra. Entre Creeks, passeios a pé, assados à portuguesa e pequenos almoços à inglesa e até uma visita à maior loja de canoagem da Europa , aqui fica o melhor.



















