terça-feira, junho 24, 2008

El Pirineo Aragonês

Entre os dias 7-10 Junho de 2008, um grupo de tugas pontapeou a falta de água, natural do verão, e rumou aos Pirineus centrais. Uma expedição curta, fácil e barata ... mas mais uma memoravel para o livro das viagens.

Dia 7 Junho - 8 horas de viajem; Rio Ara; 8 horas de sono

Parecia uma "Bofia Parade". Em Vilar de Formoso, o ajuntamento de polícia preparava-se para a gerra psicológica. 4 dias de paralização de camionistas. A equipa ia fazendo a tresfega de material, de viatura em viatura, e com receio que os alvos da fiscalização fossem uns pobres coitados com canoas em cima e com os carros cheios de muita coisa, guardava-se o material ilícito no fundo dos sacos.

Costuma ser sempre uma viagem de sono impossivel. Sempre que saio de Portugal para remar algures longe, nunca consigo pregar olho. Não via a hora de me mandar água a baixo. Conduzi praticamente a viagem toda, embalado pela imagem ternurenta do Rafa e de sua dama Lucia que ressonavam no banco de traz, e do Inverno, que no banco da frente e de cabeça encostada ao vidro, num sono profundo, e de boca aberta, largava litros e litros de saliva.

Na última hora da viagem a estrada acompanhou o Ara em direcção ao Parque Nacional de Ordesa. E a presença dos três mil à nossa frente abria-nos o ânimo e dissolvia o cansaço de uma noite sem dormir.

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Juliana and the Pirenees 3000's


blog 28 Ara River near Torla

Chegamos a Torla pelas 9 da manhã. Havia um encontro de "piraguas" que uma empesa de raft local organizava. Dissertamos e dissertamos sobre o percurso que poderiamos fazer: Bujaruelo-Ponte Navarros, Classe V/VI, Ponte Navarros-Torla, Classe IV(com quintos), Torla-Broto, Classe IV e Broto-Fiscal, classe III. Depois de muitas conjecturas, histórias de banhos e banhadas em outras viagens de tugas e atendendo ao nivel médio do grupo, juntarmo-nos ao locais e descemos de Torla até Fiscal. Afinal de contas sempre teriamos direito a uma "camiseta", paelhada e borrego assado no final do dia.

Nessa noite, aterramos todos sem direito a "fiesta". Não havia condições físicas.

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blog 7 The first rapid of the expedition. Rabiço in "The Chicane", the Ara River.

blog 8 Following the locals in Ara River

Dia 8 Junho - barcos perdidos no Cinqueta Clássico

blog 20 Cinqueta River . The begginig of the classic part.

Como sempre e sem ter bem o autocontrolo que se pede nestas ocasiões de equipas desiquilibradas, ia puxando os mens para remar o mais dificil que houvesse para remar. Os primeiros percursos do cinqueta estavam passados de água, e o clássico poderia ser uma boa escolha para toda a rapaziada.

O Cinqueta, afluente do Cinca, que desce dos pirineus no vale seguinte, quem segue de oeste para este, foi sem dúvida o rio que marcou a expedição. O percurso clássico é de classe IV/V e tem algumas particularidades memoráveis: uma garganta 50 metros de altura, vertical, escura e estreita; um duplo salto de 7 + 7, extremamente técnico e com segurança possivel apenas apósum dificil rapel; e ainda 1 km continuo de classe IV+/V, que os locais chamam de km lançado, pois uma vez aí, é cada um por si.

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blog 1 Different views of Cinqueta River

Navegamos, porteamos os 7+7, e depois entrou a equipa toda para fazer os três km finais.100 metros de rio e lá foram 2 kayaks rio abaixo. Distrações e um classe cinco pujante levaram o Quilhóe o Marquês a abandonar o rio mais cedo. Eu o Rafa e o Ricky, remamos o resto do percurso. As embarcações tinham desaparecido.

Nessa noite fizemos planos para resgatar as canoas místicas e acompanhamos com feijoada.

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More views of Cinqueta

Dia 9 Junho - Cinqueta Clássico twice - canoas místicas resgatadas - La Salat

Era impossivel os barcos terem vindo rio abaixo. Um pouco abaixo de S. Juan de Plan, o rio forma um enorme pantano, o que matava qualquer possibilidade de fuga das canoas. Depois de termos repetido o percurso do dia anterior, demos com elas numa super drossagem no meio da garganta. O Quilhó e o Marquês pagavam as cervejas naquela tarde.
Estava na hora de abandonar Espanha, e rumar a Nordeste.

No final de tarde, a chuva caiu, fria e desagradavel. Custava abandonar o sol que nos tinha acompanhado no lado espanhol durante os primeiros dois dias. Apesar de tudo, ainda descemos "La Salat", 5 km classe III/IV. Os nadadores estavam felizes por serem canoistas de novo.

blog 13 "La Salat". French Pirenees.

Ou não encontramos os spots mais agradaveis ou fiquei com a ligeira impressão que as vilas que visitamos do lado francês estão muito menos cuidadas que as do lado espanhol. Pode ter sido fruto das más condições de tempo que nos esperavam, mas achei a região Salat/Garbet, bem menos apelativa que os PirineosAragão.

blog 12 Rafael eating spanish strange food

Dia 10 Junho - Garbet e o regresso

Depois de termos visto o possivel para aquele dia, tendo passado as duas primeiras horas da manha a baterrios, remamos um pecurso engargantado do Garbet, que é primo do Salat. Um garganta curta mas interessante, e um percurso ao estilo alpino, rápido, mas sem grandes passos marcados.

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Marquês and Quilhó all the way down in the gorgew of Garbet


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No comment

A equipa iria separar-se no último dia. O Quilhó e a Ju aproveitariam mais uns dias no sol de Barcelona, o resto do povo regrassava a casa.Depois de abastecidos num dos muitos Intermarchés ou Carrefoures (que são como os cafés em Portugal, há um emcada esquina), regressamos a Portugal.

Irei de novo e brevemente para fazer a fruta.

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Elementos da trupe:
Juliana, Lúcia, Rafa "Ceras" Figueiredo, Rabiço, Quilhó, Marquês e Ricky
Rios:
Ara (Torla-Fiscal), Cinqueta (clássico), Salat e Garbet (França)

Rabiço´s top 10 da expedição:

10º - O protesto do camionistas em Portugal e Espanha. Fazer as autoestradas dos Pirineus semter as treilas, semi-treilas, reboques, semi-raboques e galeras, semigaleras a chatear foium luxo.
9º - Os inumeros prémios que sacamos no "Sorteo de Regalos". Em 8 os tugas levaram metade.
8º - Perder Kayaks num rio remoto e encontra-los numa drossagem no dia seguinte.

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Saving kayaks in Cinqueta

7º - O Citroen C4 do Rafael que só lhe falta ter tele-transporte. Tudo é melhor quando comparado com a minha besta.
6º - O acolhimento e ajuda com que nos brindaram quer a malta que organizava o encontro em Broto, quer o Gorka Ferro, que escreveu um guia dos Pirineos Centrais, e que nos fez sentir em casa.
5º - O parque de campismo de Broto, que é sem dúvida melhor que muitos hoteis onde já estive.

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Broto five star camping

4º - A mágnífica broa de milho "Padaria Costa" que nos acompanhou durante os 4 dias
3º - As caras bonitas que existiam por todo o lado e estava sempre á nossa beira, refiro-me é claroà Ju e Lu que abrilhantaram os nossos dias.

blog She impress everybody with the progression in water. Juliana in Garbet

blog 26 Lucia, "the surfist"

2º - O Cinqueta, que foi remado 3 vezes e é sem dúvida um rio a repetir.

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Warming up in the Cinqueta

1º - A mágnifica paisagem de toda a região do vale do Ara, sempre com uma água turquesa.Para quem não estiver numa de remar, o vale de Bujaruelo, e o Paruqe Nacional de Ordesa, oferecem trekings e paisagens inesquecíveis.

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Ara side creek, or wath else you can call it


blog 2 Rafa in is element. Cinqueta.

terça-feira, maio 27, 2008

Green Paradise - The Vez River




Há dias em que o caos metereológico em que nos enroscamos faz as nascentes transbordarem, outros em que o sol persistente põe verdura no leito dos rios. Domingo passado, esse caos pôs água com conta, peso e medida nas encostas da Peneda e o Rio Vez corria harmoniso.

"Oh Cerqueira, este ano já tenho a raspadinha completa" - disse eu ao compincha no final do percurso. Para mim é talvez o percurso mais bonito do país. Direi certamente o mesmo na próxima semana, quando remar outra coisa qualquer. Este país está sempre a surpreender-me.

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Hard waterfall in the Vez river

O Alto Vez corre pelo meio de campos de pasto aprimoradamente cultivados, com vinhas minhotas a bordejar os lameiros. Colhe-se vinho verde. Ladeando o leito granitico crescem carvalhos, salgueiros e azevinhos centenários, protegidos institucionalmente pelo Parque, e geográficamente pela inclinação e humidade das encostas. Claro que poderia passar esta linguagem romancista de fim de século XIX á frente, mas o rio é tão luxuriante, tão excessivamente minhoto que o prazer e adrenalina das águas bravas foi quase passado para trás.

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Porto Cova. Tipical village of Minho. North of Portugal.
Porto Cova é uma aldeia impinada, e não fosse um pequeno largo no ínicio do povo, seria impossivel estacionar qualquer viatura automóvel. Pelo meio das videiras, enquanto vestia a parafernália, os olhos fixavam as castatas a montante da entrada clássica do percurso. "Tem aqui um caminho !!! " - e abria uma via pelo meio dos tojos e giestas, até a montanha se mostrar intransponível e nos obrigar a descer ao rio. Iniciamos uns 500 metros acima de Porto Cova com uma cascata de 20 metros atrás de nós que nos impedia de conhecer ainda mais o alto rio.

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The "bonny waterfall" a litle upstream of the roman bridge.
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The classical put in
Antes do início clássico, navegação em classe V com uma cascata de 7 metros e uma recepção de 1 metro, seguida de sifão. Talvez não valha a pena a suadela que apanhamos para conhecer um pouco mais de Vez. Para baixo da ponte romana, escorregas, rápidos longos entre blocos e saltos um deles bem exigente técnicamente. Tudo isto ladeado pelo persistente verde.

Na ficha técnica, Rabiço, Nunes, Idreira (Tamecanos) Edgar Cerqueira (despernado ou Teixugo, não sei bem) e Yahoo (18eCia), como convidado especial, que lavou a cara e gritou "Jerónimo", um pouco mais do que todos os outros. Grande Luis ... para a próxima está prometido ... sem pressas !!!

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Waterfalls in the Upper Vez

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sexta-feira, maio 02, 2008

Vertigo in the Castro Laboreiro River



Segundo o Tripé, já não passavam canoas portugueses por aquelas águas faz 5 anos. O rio é remoto, difícil de apanhar nos caudais adequados, tem uma logistica automóvel de hora e meia, com um grupo de 4/5 pessoas, demora sempre 6 horas a percorrer (3 Km) e depois é sem sombra de dúvida um super classe V. Cada passo que se faz, é mais um camião TIR que passa por cima de cada um de nós.

Na pastelaria de Valdevez, os madrugadores esperavam-me. Preparava-me para chegar atrasado mais uma vez, pra não variar. Em 5 minutos fomo-nos empurrando
para o Castro uns aos outros. O Vez estava escasso, e agora que estávamos lá por cima havia que dar cabo de vez com o que restava de costados, de uma época de dureza.

Navega-se 20 minutos em classe IV+, Sex up stile, com o dobro da pendente, e depois é arregalar os olhos. A fruta está toda concentrada numa distãncia de 800 metros. Salto de 8 metros hipoteticamdente com osso, salto de 10, e depois deste, salto obrigatório de 12, sem portagem possivel. Logo de seguida houve que preparar a mente, para um rappel de 20 metros, que estranhamenteme me custou mais que tudo o resto.

6 horas depois estavamos no carro. As costas ... nem vale a pena falar das costas. Depois de verem as imagens podem fazer uma ideia de como ficaram.
Sem qualquer tipo de presunção, este percurso é para uma equipa curta coesa, que se sinta "relativamente confortavel" em classe V, e que não se impressione muito com alturas. É sem dúvida o mais duro que fiz em Portugal até agora.

Durante toda a semana trabalhei com um sorriso nos lábios tremendo. A época aproxima-se do final, e para mim foi como escalar uma montanha, esta parte do Castro é sem dúvida o Evereste dos rios portugueses. Mais um dia, mais uma montanha, mais uma semana no estaleiro.


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In Ribeira de Baixo, a small village lost in the Peneda Gerês Park, locals said that in extraordinary years of rain the water kisses the fields.

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The first km after the put in, is a steep big boulder style. Vieira in his element. 1 km 20 minutes.

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A view of the waterfall part. In the second Km the river drops 8 metres, 10 metres, 12 metres 20 metres (with a sheety entrance) and in the end of this sequence a super 50 metres slide with a 5 meters waterfall in the end. 1 km almost 5 hours.

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Ricky and Jimmy huckind the waterfalls

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If you want to run it, carry a 40 metre rope with you, a arness and metals to portage the big and hardest one, oderwise you portage at the left. Climb the mountain and take a foot path that goes 200 metres below. For me that rope thing is shurely the scariest part of the run.

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Last Km, 20 mintutes, with some big and nice rapids.

Aditional information: In Ameijoeira near the border there's small bridge that crosses the river. In thr right side of the bank there's a water scale. The good level is between the 19 and the 21. We run it in the 19, may be 10 cubic metres.

segunda-feira, abril 28, 2008

"Cum fosgasse, Portugal é lindo" - The Genesis of Louredo River

Navegámos. Seria um crime se não o fizessemos com as condições de sol que o final de Abril nos brindou. Senti-me um caçador de trofeus, mais um passo, mais uma descarga de boas sensações e mais uma fotografia para a porterioridade. Fizemos jus às comemorações do dia em que a Liberdade foi conquistada pelos nossos pais. Fomos gastá-la e partilha-la com o elemento que a personifica: a água.

Quem faz a estrada nacional de Ribeira de Pena para Vila Pouca de Aguiar, e sobe lentamente para o planalto do Alvão, acompanha um percurso sublime de águas bravas. Há muito que a água, o granito e os rápidos de cortar a respiração me atraiam para aquele vale, que era o único percurso que o Louredo ainda tinha escondido. Cai 200 metros em 3 Km, e, com uma navegação consistente de classe V, poderá, conforme a coragem e o feeling, ser remado sem portagens. Como se não bastasse, depois desta chatisse e deste tédio de rio, os lavagantes de água doce ainda foram dar cabo dos xispes em mais do mesmo, as garganta central do Louredo, mais abaixo no vale.

À medida que avanço por gargantas inóspitas, por esses declives, por essas linhas talhadas pelo tempo nos montes do Portugal profundo, dou comigo a pensar:

"Fosgasse, Portugal é lindo"

As provas disso vêm por aqui abaixo. As minhas desculpas por não ter confraternizado no Sabor ou no Nabão com os demais canoistas portugueses, e desculpem ainda por não ter convidado Portugal inteiro para remar connosco, o dia e o rio mereciam-no.

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Ai queriam ver fotos de aguinha, e people a dar cabo dos costados ?! À que gramar primeiro com a publicidade. O Helder de Santa Cruz - "Impacto Visual", para além de fazer uns capacetes indestrutiveis ainda tem o dom de os personalizar ao gosto do freguês. Helder, és um artista!!

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No Genesis, a palavra "contra-corrente" é uma palavra muito pequena. A navegação apesar de não ser muito hard-core é sempre continua, exigindo muita manobra e rapidez de reacção. As fotos acima demonstram um pouco o estilo de rio, com um desnível continuado e ininterrupto.
Nas alfaces estou eu e o Nunes. O outro canoista é o Nelinho Fininho, Tamecano, companheiro assíduo de copos e esporádico de águas bravas.

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Por vezes o rio enfurece-se mais um pouco e origina um sem número de passos mais verticais. Tobogans e pequenos saltos sempre com um "quê" nas recepções. Para mim, e enviando desde já uma abraço cordial aos meus amigos do Paiva, o Rio Louredo, é o melhor rio do país.

Aproveito esta oportunidade para lembrar que no novo Plano Nacional de Barragens, está prevista uma albufeira em Gouvães da Serra, precisamente no início deste percurso.
Não sou contra as paredes de cimento, que dão cabo dos eco-sistemas, paisagem e natureza virgem, mas que as nossas dependências de energia a elas obrigam. Mas no que toca ao Louredo, remarei contra a barragen, em direcção à foz.


Remem comigo. Movimento:
"Fosgasse que o Louredo é lindo !!"

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O sol não deu tréguas. Apesar do ácido láctico, ainda houve uma réstia de força. Mandamo-nos vale abaixo para medir forças com a garganta central mais uma vez.
É ou não é um maravilha da natureza ?? Só quem o conhece é que sabe o que vai custar perde-lo.